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quinta-feira, 6 de maio de 2010

O Poder das Palavras

 Qual é o valor de uma palavra? O que elas representam para quem a fala e para quem ouvi? São apenas o conjunto de sílabas e fonemas?
Todos nós alguma vez já usamos a expressão: "Não estou falando da boca pra fora!", o que estamos querendo dizer é que as palavras que pronuciamos tem sentido, ou seja sentimento, expressa o que sentimos e pensamos. Pense em uma música. Uma música com letra com certeza é mais fácil de apreciar do que uma intrumental, não que estejamos comparando o estilo musical, porém, neste primeiro caso a palavra nos coloca em contato imediato com os sentimentos e emoções do compositor, sendo que elas traduzem para nosso intelecto tais fenômenos. "A música seria a mais belas das artes, se não fosse a Oratória." Johan Wolfang Goethe.
 O poder que as palavras tem, não pode ser ignorado. Através delas grandes discursos foram proferidos em favor da humanidade. Palavras ditas para acabar com a escravidão, com a corrupção em todas as suas formas, com estruturas de injustiças, para formar opinião e outro motivos nobres pelos quais devemos usar as palavras. Claro, as palavras já foram usadas e provavelmente continuará sendo usada indevidamente, não obstante, o diferencial de palavras ocas daquelas vivas e frutíferas é a própria vida de quem as pronuncia. Se o vocábulo revela a substância do coração, então, o individuo o expoe quando fala. A falta de sincronia entre o interior humano e as palavras podem dizer alguma coisa sobre sua veracidade. Hitler queria construir uma raça melhor, contudo, destruiu a vida de milhares ou trilhare de judeus. Vida Irônica não acha?
Que vivam as boas palavras em nossas vidas.

domingo, 2 de maio de 2010

Roma e seus vícios

Roma foi um grande império. O quarto grande império logo após a Grécia que dominou os quatro cantos da terra, sob a liderança de Alexandre Magnus - mas conhecido com O grande - Roma se destacou pelos grandes líderes e imperadores que atuaram em seus tempos de glória. Muitos foram os motivos pelos quais o governo romano faliu. Porém seu estilo de vida, filosofia, prazeres, diversão e cotidiano, ainda hoje, fascinam as pessoas do mundo todo.
Seus vícios, revelavam a devassidão em que viviam o cidadãos de Roma, assim como, seus governantes também. Ao voltarmos nosso olhar para o passado enxergaremos uma intensa busca por prazeres. Recurso utilizado pelos Líderes da época para diminui a insatisfação do povo em relação ao seu governo. Isto acabou alimentando ainda mais a busca pelo vício. Daí surgiu a expressão em latin: panis et circenses [ludi], que significa "pão e [jogos]circenses", ou mais popularmente pão e circo. A frase teria sua origem nas Sátiras de Juvenal, mais precisamente na décima (Sátira X, 77–81).
Espetáculos sangrentos, como os combates entre gladiadores, eram promovidos nos estádios para divertir a população; nesses estádios, pão era distribuído gratuitamente.
Da vida romana surgiu a ideia dos “sete pecados capitais”.

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Música Clássica



Música clássica ou música erudita é o nome dado à principal variedade de música produzida ou enraizada nas tradições da música secular e litúrgica ocidental, que abrange um período amplo que vai aproximadamente do século IX até o presente,[1] e segue cânones preestabelecidos no decorrer da história da música. As normas centrais desta tradição foram codificadas entre 1550 e 1900, intervalo de tempo conhecido como o período da prática comum.

Segundo o Dicionário Grove de Música, música erudita é música que é fruto da erudição e não das práticas folclóricas e populares. O termo é aplicado a toda uma variedade de músicas de diferentes culturas, e que é usado para indicar qualquer música que não pertença às tradições folclóricas ou populares.[2]

A música europeia distingue-se de outras formas de música, não-europeias ou populares, principalmente, por seu sistema de notação em partituras, em uso desde o século XVI.[3] O sistema ocidental de partituras é utilizado pelos compositores para prescrever, a quem executa a obra, a altura, a velocidade, a métrica, o ritmo e a exata maneira de se executar uma peça musical. Isto deixa menos espaço para práticas como a improvisação e a ornamentação ad libitum, que são ouvidas frequentemente em músicas não europeias (ver música clássica da Índia e música tradicional japonesa) e populares.[4][5] O gosto do público pela apreciação da música formal deste gênero vem entrando em declínio desde o fim do século XX, marcadamente nos países anglófonos.[6] Este período viu a música clássica ficar para trás do imenso sucesso comercial da música popular, embora o número de CDs vendidos não seja o único indicador da popularidade do gênero.[7] Oposto aos termos música popular, música folclórica ou música oriental, o termo "música clássica" abrange uma série de estilos musicais, desde intricadas técnicas composicionais (como a fuga)[8] até simples entretenimento (operetas).[9][10] O termo só apareceu originalmente no início do século XIX, numa tentativa de se "canonizar" o período que vai de Bach até Beethoven como uma era de ouro.[11] Na língua inglesa, a primeira referência ao termo foi registrada pelo Oxford English Dictionary, em cerca de 1836.[12][1] Hoje em dia, o termo "clássico" aplica-se aos dois usos: "música clássica" no sentido que alude à música escrita "modelar," "exemplar," ou seja, "de mais alta qualidade", e, stricto sensu, para se referir à música do classicismo, que abrange o final do século XVIII e parte do século XIX.[13]